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12.Dez - A história de Nossa Senhora de Guadalupe
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A história de Nossa Senhora de Guadalupe

O ano era 1531, quando a Virgem Maria apareceu ao indígena, na atual cidade do México, pedindo a construção de um templo, a fim de demonstrar e ofertar Seu amor, compaixão, auxílio e proteção ao povo. 


 


“Eu sou a sua Mãe misericordiosa, a Mãe de todos os que vivem unidos nesta terra, de todo o gênero humano, de todos aqueles que me amam, daqueles que choram para mim, daqueles que têm confiança em mim. Aqui ouvirei vosso pranto e vossas dores, e remediarei e aliviarei vossos sofrimentos, vossas necessidades e vossos infortúnios […].”


 


No segundo encontro, a Santíssima Virgem pediu a Juan Diego que recolhesse no manto dele rosas, para que as apresentasse ao Arcebispo do México, Dom Juan de Zumárraga, como prova das aparições.


 


Quando Juan desdobrou o manto com as rosas diante do bispo, sobre ele estava impressa a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe! 


 


O bispo passou a crer nas aparições e mandou construir uma grande Igreja no local indicado por Nossa Senhora. O manto de Juan Diego, com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe Impressa, foi levado ao local para ser venerado. Guadalupe significa “Perfeitíssima Virgem” na língua Asteca.


 


Anualmente, a Igreja recebe milhões de fiéis e o milagroso retrato continua a deixar os espectadores intrigados, os artistas desconcertados e os cientistas perplexos.  


 


O vidente de Nossa Senhora de Guadalupe


Juan Diego, que tinha 55 anos à época, viveu por mais 17 anos depois da aparição. Durante esse tempo foi nomeado guardião oficial do manto e estava sempre pronto a relatar as aparições e a responder a qualquer questão. 


 


Morava em um pequeno quarto anexo à igreja e morreu aos 74 anos, em 1548. Juan foi beatificado por São João Paulo II durante sua visita ao México no dia 6 de maio de 1990, e foi canonizado durante outra visita do Papa ao México no dia 31 de julho de 2002.


 


O manto milagroso


Conforme consta no livro “As aparições de Nossa Senhora”, publicado pela Minha Biblioteca Católica, em 1666, 135 anos depois da aparição, formou-se uma comissão de pintores para estudar o retrato milagroso. 


 


No mesmo ano uma junta científica também a examinou e considerou-a obra de Deus, “o único capaz de produzir efeitos milagrosos acima de todas as forças da natureza”.


 


Artistas confirmam que a tilma é um tecido absolutamente impróprio para a aplicação de pintura. Segundo eles, o retrato foi pintado sem pinceladas, como um banho, em quatro técnicas diferentes: óleo, têmpera, aquarela e afresco. A aplicação dessas tintas foi tão permanente que, em contraste com os quadros feitos pelo homem que datam de 1531, a imagem não exigiu nenhuma restauração e permanece até hoje uma maravilha artística.


 


Decretos e indulgências


Dos 45 Papas que reinaram desde o surgimento do retrato milagroso, 25 emitiram decretos a respeito dele. O primeiro foi o Papa Gregório XIII, em 1575. Indulgências foram concedidas por outros pontífices, entre os quais o Papa Bento XIV, que escreveu em 1754:


 


Tudo na imagem é milagroso, uma imagem que emana de flores colhidas de um solo completamente árido no qual só arbustos espinhosos podem crescer (…). Uma imagem que não se deteriora de nenhuma forma, nem em seu supremo encanto nem em sua cor cintilante (…). Deus não fez nada semelhante para nenhuma outra nação.


 


Três papas ordenaram a coroação da imagem, e o Papa João Paulo II visitou o México em cinco ocasiões, a primeira delas em janeiro de 1979. Em cada uma das visitas, rezou diante da imagem de 450 anos de Nossa Senhora.


 


Fonte: Minha biblioteca católica


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